Stop all the clocks
Todos os dias a mesma pergunta - como faço parar o tempo?
Os dias voam e a lista de tarefas continua ali, intacta, a olhar para mim, como que a avisar que está para ficar e que o tamanho das letras vai aumentando à medida que o tempo passa.
Avizinham-se meses mais que preenchidos, em que vai ser necessária tudo planeado e organizado ao pormenor.
E até conseguir sentir que tudo está sob controlo mantenho-me num nervoso miudinho em que não se produz nem se goza o tempo.
Deste fim-de-semana não passa. Serei só eu, o computador e livros, numa biblioteca ou num café bonito. Longe dos que tanto amo e que me conseguem distrair num milésimo de segundo.
Prometo a mim mesma.
Quando o 'nós' é maior que a soma das partes
Os dias têm sido tão preenchidos de coisas boas. De passeios. De jantares com amigos. De serões a dois a ver filmes e séries. De exposições. De voltas pelo parque. De planos para o que está para vir.
Todos os dias, mesmo nos mais cinzentos e desgastantes, sei que tudo está bem porque vou regressar ao sítio onde estão as pessoas que amo e onde sou feliz.
E mesmo quando falamos em línguas diferentes e estamos com menos paciência, há sempre a vontade de nos sentarmos e voltarmos a nós... onde somos mais.
Setembro é mês de regressos
É tão bom quando chovem encomendas até sentir que já não tenho mãos para tudo! Quando me pedem para criar coisas novas ou para repetir os modelos de sempre, em tamanhos maiores para adultos-crianças ou para bebés pequeninos! Tão bom quando ao chegar ao fim gosto tanto que até custa deixar ´ir embora'!
este e outros modelos na página A RAINHA DAS CORES
e este mês os bodies de bebé em saldos! :)
Não há ninguém tão doce como tu
Foi um sábado ainda mais especial.
Recordo um passeio uns meses antes, naquelas visitas curtas em que o nosso tempo era tão cronometrado que combinávamos caminhadas à hora em que todos ainda estão a dormir para não deixarmos passar a oportunidade de nos vermos. Andávamos por entre as árvores e falávamos dos caminhos que queríamos que as nossas vidas tomassem.
E na altura parecia que estávamos tão longe.
Depois ligaste-me nos meus anos.
Férias
Foram 15 dias pelo norte. Na primeira semana ainda comigo a trabalhar e a encontrar-me com os meus rapazes ao final do dia. A dar caminhadas à beira-mar logo pela manhã. A usar o fogareiro para churrascos e peixinho grelhado ao final do dia. Tivemos até direito a um dia de chuva passado no sofá a ver filmes.
O mais importante - o tempo parou. Não houve correrias, nem ânsias, nem amuos por causa do vento e do frio que também apareceu.
A segunda semana levou-nos à nossa Costa Nova, numas férias em família, que já não acontecia há mais anos do que a memória consegue contar.
Todos juntos na praia, à mesa, a ir à pesca, nos hábitos tão típicos de começar a decidir o jantar ainda durante o almoço.
Nunca conseguimos pescar nada mas não faltou peixe na mesa - douradas, robalos, enguias, sardinhas. E as ondas não estavam boas para o surf mas leram-se livros de uma assentada enquanto se rolava na toalha.
Andamos de bicicleta, comemos gelados de abóbora com nozes e taaantos ovos moles que até teríamos vergonha de contar.
Tivemos visitas da outra parte da família e juntamos todos à volta de sorrisos e notícias boas, muito boas.
Voltamos com o coração cheio, com muita vontade que o verão possa esticar e que ainda nos dê muitos mais dias destes.
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