Abril

Abril foi o mês em que 'família' tomou outro significado. Foi o mês em que percebemos o que nunca perderíamos tempo sequer a pensar, de tão certa e sólida parecia a palavra. família. Afinal não era. Ou era, já nem sei. Virou-se a palavra de pernas para o ar. Trocou-se as letras. Misturou-se tudo. Procuraram-se novas combinações que fizessem sentido. fimalia-faliama-famiala-lamifia. Descobriram-se algumas coisas novas, fortaleceram-se laços que tinham adormecido, criaram-se outros novos. Revisitaram-se os ditados que dizem que só se dá valor ao que não se tem. Deixaram-se cair lágrimas e tentaram-se truques de circo para que doesse menos a quem gostamos. Apagaram-se fogos e aprendeu-se a viver assim. Com menos um, que não morreu mas decidiu que queria continuar mas fora. Dentro de algumas letras da palavra, fora de outras. O corpo ajustou-se à crise, claro está. Se ninguém morreu e se há tanta gente que passa por pior e se 'a vida tem que andar para a frente' (seja lá o que isso for), como não havia de se ajustar? O coração, esse, arrepende-se de não ter estado mais perto. De não ter encontrado formas de dizer 'gosto muito de ti'. Sem ser preciso mostrar, sabes? Dizer mesmo, com a boca. O coração também se vai ajustando e crescendo e aprendendo e percebendo as lições. Molda-se e cresce o tamanho preciso para poderes voltar, se quiseres. 
Abril foi o mês em que a bomba caiu. E aconteceram tantas coisas para além disso e tão boas. Mas será sempre o mês em que 'família' caiu e se partiu em pedaços como uma caixa de porcelana fina. 
Estamos ainda a tentar juntá-los.









É-me tão difícil escrever Abril que ficou tudo em branco.





Voltar ao lugar onde somos felizes



Tempo para os primeiros fins-de-semana na Costa Nova, onde não voltávamos desde que o frio do ano passado nos afastou. Para os primeiros mergulhos do ano no mar ainda frio. Os primeiros passeios na praia. Os primeiros churrascos. As primeiras caipirinhas feitas em copos gigantes. As idas ao mercado que dá vontade de comprar tudo - peixe, hortaliças, camarões, caranguejos. 
Convidar amigos e partilhar tudo isto com eles. Outros fins de semana partirmos sozinhos, os 4, e darmo-nos à familiaridade das coisas simples.
Ver o Oscar a correr como se fosse novo. A atirar-se ao mar. A cheirar o vento como se sentisse saudades dele. A regressar a casa num passo já cansado e a fazer sestas com roncos melódicos para recuperar a tempo do passeio seguinte.
E nós, a imitá-lo.
Regressar ao Porto com vontade de mais, mas preenchidos de coisas boas e bonitas. 

Madrinhas são mães do coração







Corações, ovos coloridos e muitos motivos para estar em família.
Uma boa Páscoa para todos!

O menino sonhador*






*e as encomendas que não páram de chegar. Obrigada! 

Fontes de tráfego




Ao fazer uma leitura rápida por posts antigos concluí que caso alguém faça uma pesquisa no google com as palavras 'cansada', 'dormir', 'a correr', será muito provavelmente encaminhada para este blog.





Giveaway



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