New week



É segunda, existe uma semana novinha pela frente, o sol tenta rasgar e vê-se azul no céu (o que tem sido raro). Há tempo para tomar o pequeno almoço e para folhear um livro do qual nunca me canso.

Retalhos do fim-de-semana



Começar o fim-de-semana a dançar, como num ritual para mandar o cinza embora. Reunir amigas de infância e perder as horas. É tão boa esta sensação, que acontece sempre que estamos juntas. Aquele momento em que se perde a noção do espaço, do tempo e só interessa o 'agora'. E em que sabemos que conseguiremos sempre tudo porque nos temos umas às outras. Sushi para jantar e mais horas de conversa e partilhas e gargalhadas, com as luzinhas que eram para o Natal mas que foram ficando pela nossa sala e dão ainda mais magia a estes momentos. "O mundo pode ter muitas coisas más, a única coisa que podes fazer é escolher as pessoas que queres à tua volta". Sentir orgulho por ter estas pessoas, por sentir a sua energia, a força, que por vezes é um exemplo, outras um apoio. Sentir orgulho disto que fomos criando, onde não existem assuntos tabú, não existe conversas sobre o tempo, não existe indiferença. Tempo de qualidade com vocês é uma caixa de anticorpos para o mundo lá fora!
No domingo descansar, ler, aproveitar o mimo dos pais, terminar o dia com uma lasanha de bacalhau e um filme.
Começar a semana a lançar raios de sol! 

Fuga








Passeio ao Gerês, a meio da semana, depois de um dia de chuva torrencial, para passar o dia em piscinas de água quente ao ar livre com copos de vinho na mão. 
Porquê?
Porque merecemos! 


Retalhos do fim-de-semana



A fazer coisas com as próprias mãos:
- uma mousse de lima para levar para uma festa de aniversário que é tão boa como fácil de fazer
- a costurar dois estojos para oferecer a duas meninas que fizeram anos no fim-de-semana
- a aceitar o desafio #desculpashámuitas, lançado pelo We Blog You
- os últimos retoques do modelo para o dia dos Namorados d'A Rainha das Cores

Janeiro fora, cresce uma hora

Janeiro foi embora. Foi rápido. Parece que ainda ontem estávamos à volta da mesa a contar as passas e a pedir desejos.

Já passou. O que é bom, porque é um dos meses que menos gosto. Janeiro e Fevereiro. São rigorosos e austeros. Medem a resistência. Em Março já se começa a olhar para a Primavera e para os dias a ficarem mais luminosos e maiores.
Passou tão a correr que até é mau. Confirma aquela sensação angustiante do "é tão bom, não foi?". O tempo a comandar-nos em vez de nós a ele.

Olho para a agenda para tentar decifrar o que aconteceu neste mês que voou. (Escrevinho sempre as coisas mais importantes que aconteceram para, em momentos como este, ir atrás e comprovar que aconteceram mesmo.) E é com surpresa que percebo que esteve tão preenchido.

Imensos pretextos para amigos reunidos. Imensos serões de sofá, manta e filme. Muitos jantares de sushi. Um fim-de-semana na neve. Muitas corridas e uma meia maratona já completa logo no início do ano. Tardes sentadas à frente da máquina de costura a começar finalmente a usufruir da minha prenda de Natal de mim para mim. Arrumações lá em casa a resultarem num espaço de trabalho onde dá vontade ficar. Retomar A Rainha das Cores, voltar às encomendas, reunir e discutir novas ideias e caminhos.

Ao mesmo tempo, um mês cinzento. Frio. Feio. Em que fiquei sem carro e tive que me lançar p'rá rua de galochas e guarda-chuvas cada vez maiores. Em que durmo mal sem perceber porquê. Em que acordo com um nó na garganta que incomoda ainda mais por ser novo e estranho. 

Reunir todos os 'anticorpos' contra a tristeza - dar o alerta amigos, fazer playlists de música 'dançante', abusar nas cores das roupas, dar mimos especiais a mim mesma, vitaminar! 

E todos os dias, isto: O melhor do meu dia


Hearts



Sou uma bimba apaixonada por um cão.
O propósito deste post é unicamente assinalar isso.