A felicidade é...
...fazer pompons
Como fazer pompons?
1. Cortar dois círculos de papelão com um círculo no meio (como se fosse um donut).
2. Juntar os dois círculos de papelão um ao outro e começar a enrolar lã à volta até cobrir todo o papelão.
3. Enfiar uma tesoura entre os dois circulos de cartão e cortar a lã a toda a volta.
4. Passar um fio de lã entre os dois cartões e dar um nó bem firme. Retirar os circulos de papelão.
Já está na lista de DIY's para enfeites de Natal!
É oficial, falou-se pela primeira vez de Natal neste blog.
:)
O início
Começou assim. Nesse dia em que, sem querer admitir, já estava de partida. Nesse dia peguei em tintas e pinceis na esperança que eles levassem os pensamentos para fora do desassossego. Sem sucesso. Vi-te passar. Nesse dia eu percebi que nunca mais te queria ver passar. O que queria era que estivesses cá. Comigo.
Tenho a certeza que nesse dia já sabia para quem estava a fazer esta t-shirt.
Fomos apanhar o Outono
Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe um paladar,
Seria mais feliz um momento...
Alberto Caeiro
I don't care if I fall as long as someone else picks up my gun and keeps on shooting
Descobrir que as batalhas custam menos, porque se divide os esforços e as angústias com alguém que já é parte de nós.
Construir a dois muralhas firmes que nos protegem do mundo lá fora, jardins dentro delas cheios de magia, cores e cheiros de coisas boas a passar-nos pelo nariz. Tecer redes e rendinhas para filtrar quem entra cá dentro.
Chegar o fim do dia e ver todos a dormir. Com estrelinhas iluminadas. Ou a fazer a cama no tapete e a ressonar melodicamente :) e aninhar-me no conforto de quem venceu mais um dia e acordará mais forte, porque está protegido.
o que nos resguarda é o peito de outra pessoa
Setembro
Setembro veio crú.
Mesmo com dias quentes, abafados, de 30 graus, toda a gente sabe que Setembro já não é Verão como os outros. Setembro não é puro nem ingénuo. Não é Agosto. Setembro já não quer nada com a silly season.
Mas engana... Com aqueles dias com areia nos pés. Com as caipirinhas e as pernas ainda à mostra e camisolas com alcinhas a cair do ombro.
Nem reparamos que as folhas já estão a começar a cair. As uvas a ameaçar apodrecer. O trabalho a ficar mais pesado. A escola a vir impor-se ao relógio que pensava que ditava as horas. A noite a vir mais cedo.
Setembro ensina-nos que nem tudo é leve. Nem tudo é quente. Nem tudo é doce. Relembra-nos que existe mundo para lá dos nossos sorrisos e das nossas vontades. Mostra-nos que temos que ser grandes.
E este Setembro, com esta chuva, assim de repente. E tanta...! A 'lavar-nos', a deixar-nos despidos. A deixar-nos só nós. Tal e qual.
A solidificar-nos. A deixar-nos como terra. Firme. Pronta para o que vem.
Estou pronta. Quero crescer.
Os segundos dias
O fim de semana tão bom e o coração tão cheio de energia
para toda a semana. E depois a segunda. Cheia de cinzento. De azares.
Contratempos. Mal estar. Desentendimentos. Pesadelos. Notícias tristes. A fazer
questionar o mundo em que estamos. Silêncios e costas viradas. Chegar a casa
pequenina. Triste. Ainda assim, dobrar as mangas (arregaçar seria dizer
demasiado, não havia determinação para tanto). Pôr as mãos na terra. Pegar nos
vasos. Sementes. Plantar uns, mudar outros de sítio. A hortelã e o manjericão -
que ainda ontem se exibiam resplandescentes, destruídos por uma praga qualquer.
“Vamos tentar salvá-las”
Vamos. Vamos tentar salvá-las.
Não sabemos se vai resultar. Mas fizemos o melhor e no final do dia, celebramos assim…
Na manhã seguinte, estas palavras encontraram-me. E eu
nelas.
"porque é o tempo que nos vai trazer a força que precisamos para enfrentar os segundos dias"
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